Este fato promoveu um avanço incrível sob o aspecto terapêutico, com relação ao crescimento estatural em criança, infantil, juvenil, pré-adolescente ou adolescente, em pacientes com deficiência de hormônio de crescimento (DGH), mais que isto, propiciou o avanço em outras aplicações do hormônio de crescimento até então jamais imaginadas. O hormônio do crescimento (GH) que também é conhecido como Somatotrofina, uma vez ser um nome mais apropriado de origem Grega tem muitos efeitos benéficos em pacientes que apresentam início da deficiência de GH na infância-juvenil (DGH) que se tratados, promove com GH o crescimento linear (estatural) ou longitudinal. A suspensão do GH em pacientes com DGH, (na deficiência ou na continuação) durante a transição da infância à idade adulta, induz a alterações metabólicas desfavoráveis na composição corporal, na integridade óssea, na capacidade de exercício, e um perfil de risco cardiovascular adverso, que se corrigido com HGH – hormônio de crescimento ou Somatotrofina não ocorrerá. Estas alterações são revertidas após o início do tratamento com GH. Como os benefícios de continuar a terapia de GH na vida adulta tem sido bem estabelecida, é possível que a terapia de reposição de GH não deva ser interrompida quando o crescimento for concluído, mas deverá continuar na vida adulta devido às diversas aplicações na correção de distúrbios e doenças humanas em adultos. Considerando-se que uma alta proporção de pacientes com diagnóstico de DGH (deficiência de hormônio de crescimento) na infância não são mais DGH na adolescência, portanto, o status de GH deve ser testado novamente, quando o crescimento for concluído.
Outros fatores, como a história clínica, a resposta de GH, a ressonância magnética (MRI) do eixo hipotalâmico-hipofisário e as concentrações de IGF-1 (fator de crescimento insulina símile–1), importante para o HGH assim como os Hormônios Tireoidianos, devem ser considerados, pois suas funções distributivas são impares em relação ao GH. O IGFBP-3 (fator de crescimento insulina-símile, ligado a proteína–3 está intimamente ligado à tríade do crescimento). A reafirmação da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) e a realização de testes de estimulação é necessária, a menos que haja um comprometimento estrutural ou genético persistente desde a infância. Os benefícios são inúmeros se pensarmos em riscos insignificantes ou desprezíveis.
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930
1. Entre os fatores que comprometem de forma significativa o crescimento longitudinal de criança, infantil, juvenil, pré-adolescentes e adolescentes, o açúcar nas suas diversas formas de uso, é prejudicial no sentido de alcançar o alvo genético esperado, pois são fatores comprometedores da secreção do GH-hormônio de crescimento...
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2. A administração de glicose por via oral ou intravenosa diminui o GH-hormônio de crescimento em indivíduos sadios e fornece uma manobra fisiológica útil para o diagnóstico de acromegalia...
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3. Uma refeição rica em proteínas ou a infusão intravenosa de aminoácido (p.ex., arginina) provoca a liberação de GH-hormônio de crescimento. ...
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H.V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Saggese G, Ranke MB, Saenger P, Rosenfeld RG, Tanaka T, Chaussain JL, et al. Diagnosis and treatment of growth hormone deficiency in children and adolescents: towards a consensus. Ten years after the Availability of Recombinant Human Growth Hormone Workshop held in Pisa, Italy, 27-28 March 1998. Horm Res 1998;50:320-40; Vimpani GV, Vimpani AF, Lidgard GP, Cameron EH, Farquhar JW. Prevalence of severe growth hormone deficiency. Br Med J 1977;2:427-30; Hanew K, Tachibana K, Yokoya S, Fujieda K, Tanaka T, Igarashi Y, et al. Studies of very severe short stature with severe GH deficiency: from the data registered with the foundation for growth science. Endocr J 2005;52:37-43; Pena-Almazan S, Buchlis J, Miller S, Shine B, MacGillivray M. Linear growth characteristics of congenitally GH-deficient infants from birth to one year of age. J Clin Endocrinol Metab 2001;86:5691-4; Setian N, Aguiar CH, Galvao JA; Crivellaro CE, Dichtchekenian V, Damiani D. Rathke’s cleft cyst as a cause of growth hormone deficiency and micropenis. Childs Nerv Syst 1999;15:271-3. Setian N. Hipotireoidismo congênito. In: Setian N, editora. Endocrinologia pediátrica: aspectos físicos e metabólicos do recém-nascido ao adolescente. São Paulo: Sarvier; 2002. p. 259; Morreale de Escobar G. The role of thyroid hormone in fetal neurodevelopment. J Pediatr Endocrinol Metab. 2001;14 Suppl 6:1453-62; Griffin JE. The thyroid. In: Griffin JE, Ojeda SR, editors. Textbook of endocrine physiology. New York: Oxford University Press; 2004. p. 294-318; Foley TP. Disorders of the thyroid in children. In: Sperling MA, editor. Pediatric endocrinology. Philadelphia: W B Saunders; 1996. p. 171-94; Dunn JT. Endemic goiter and cretinism: an update on iodine status. J Pediatr Endocrinol Metab. 2001;14:1469-73.
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